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Ted e Lara em Uma Viagem pela Cidadania Digital

Este livro é resultado de trabalho criado por mim em 2016, Adriana Bandeira e foi desenvolvido para a sala de aula. Os personagens vivem histórias reais.

Todo o trabalho foi concebido e desenvolvido seguindo os padrões de segurança digital da International Society for Technology in Education (Sociedade Internacional de Tecnologia na Educação, ISTE em inglês) e do Google for Education, no qual fui reconhecida para ensinar Segurança Digital.

Este é o volume 1 de uma série. Cada livro trará histórias diferentes sobre cada um dos nove elementos da Cidadania Digital.

Este livro aborda: Segurança Digital e Equilíbrio e Bem-Estar Digital.

Mas, por que eu criei esse trabalho?

Para os pais de crianças e adolescentes, preocupados com a educação e segurança dos filhos, o mundo virtual é uma ameaça. E, mesmo as crianças envolvidíssimas com a nova tecnologia, elas sabiam do medo dos pais.

O mundo virtual é o local onde as mesmas pessoas do mundo real se encontram. E se encontram em toda a sua humanidade: os altruístas e os egoístas; os estudiosos, os curiosos e os folgados; os tímidos e os vaidosos; os mentirosos e os que falam a verdade; os fofoqueiros e os amigos; os vendedores e os compradores; os otimistas e os pessimistas; pessoas do bem e pessoas do mal. O que os diferem está na maneira como usam a Internet.

No mundo virtual, tudo é amplificado. Tanto as coisas ruins, como as coisas boas. O mundo está mais complexo: tanto o real, como o virtual. Portanto, o que vale para o mundo real, vale, também, para o virtual.

Reprimir ou proibir os jovens a acessarem o mundo virtual não adianta. Eles vão encontrar formas para contornar. O que fazer então? Pais devem resgatar a autoridade e dialogar, explicar, informar e educar nossos jovens. As famílias precisam conhecer o mundo virtual, de preferência, antes de seus filhos e combinar regras com eles. Está mais do que na hora de uma Educação Digital. Para todos.

Pais e mães precisam entender os termos do mundo digital; precisam ler os contratos de privacidade antes de abrirem uma conta ou permitir que seus filhos tenham as suas próprias.

Cuidado com computadores trancados em um quarto infantil ou adolescente, ou planos ilimitados de Internet para os filhos menores. Isso sim, é jogá-los em um mundo achando que é um grande parque de diversões.

Pesquisas mostram que os jovens querem aproveitar o melhor da vida e ter mais tempo com os amigos, a família ou pessoas importantes quando não estão com o celular, mas 49% dos usuários brasileiros de 16 a 20 anos consideram o smartphone “seu melhor amigo”.

E há dois fatos preocupantes entre os estudiosos do comportamento humano: a recorrente verificação de notificações e o pânico pela perda do aparelho.

Os jovens sabem que esse comportamento não é o ideal e querem mudar, mas não sabem como. Eles precisam, portanto, de uma Educação Digital.

Estarmos conectados faz parte da natureza humana. Conectar-se com amigos ou parentes que vivem em outros estados ou até países diferentes é muito melhor do que passar horas a fio nas redes sociais, curtindo posts ou verificando notificações. Tudo é uma questão de equilíbrio.

É possível viver em um mundo digital positivo, saudável, com respeito e equilíbrio, mas para isso, crianças, adolescentes e adultos precisam se apropriar de suas vidas digitais e saberem fazer escolhas inteligentes, agindo com sabedoria.

Quer conhecer todo o trabalho desenvolvido?

Acompanhe o Instagram com conteúdo gratuito: @cidadaodigital1.0 ou leia o livro à venda em www.clubedosautores.com.br e www.amazon.com.br

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