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Como Dominar a Comunicação através da Sintaxe Mental para alcançar a Realização Pessoal

Já pensou, alguma vez na vida, que a língua que você herdou pode levá-lo (a) ao sucesso? Ninguém disse isso a você? Pois é… A língua é um poderoso instrumento para nos comunicarmos e fazer nossos sonhos se tornarem realidade.

Uma das coisas que têm me chamado a atenção é o fato de se falar muito em empreendimento, criatividade e sucesso. Há várias receitas; algumas antigas até. Todos querem o sucesso, mas somos, verdadeiramente, preparados para atingi-lo?

Muitos pesquisadores estão engajados em estudos para ajudar na transformação na vida das pessoas e tornar o mundo muito melhor. E eu, é claro, não quero ficar fora disso. Também quero levar mais gente comigo. Quero levar você.

Pesquisas realizadas em diferentes partes do mundo revelam algo chocante: 98% das pessoas não atingem o sucesso sonhado. O número é alto. Mas, por que isso acontece?

Crescemos ouvindo uma velha fórmula que seria a ideal para todos, pois carregaria o segredo da felicidade: estudar muito, conseguir um emprego estável (e, no Brasil, isso significa conquistar um emprego público), trabalhar duro, casar, ter filhos, aproveitar a vida nos finais de semana e, no fim, se aposentar para poder fazer o que gosta ou o que realmente teve vontade de fazer e que não fez antes, porque, em algum momento, alguém disse que era uma loucura.

Muitos seguem essa fórmula. E por que não sentem felizes, por que isso não significa sucesso? Por que sofrem de depressão ou algum tipo de mal estar decorrente dos altos níveis de estresse?

Em contrapartida, há um número, ainda pequeno, mas crescente, de profissionais que está estudando muito, trabalhando duro e se sentido feliz por isso, pois estão alcançado o sucesso em todas as áreas da vida. E o que torna esses profissionais diferentes dos demais é o seu mindset.

De maneira bem simplificada, mindset é a forma como enxergamos a realidade e que faz aumentar ou diminuir a fé em nós mesmos.

Em suas mentes há um propósito bem definido, um pensamento independente, organizado, disciplinado, apurado e construtivo, desenvolvido através das experiências vividas. Esses profissionais se tornaram pessoas bem sucedidas e, acima de tudo, felizes. E pensar que a escola poderia contribuir decisivamente para formar pessoas mais felizes, corajosas e instrumentalizá-las para atingirem o sucesso.

O sistema escolar ensina muita coisa, mas não como usarmos a mente para pensar de forma independente e criativa. E raramente nos diz para que servem os conteúdos que aprendemos.

Há milhares de anos, os períodos de massacre e escassez eram longos. E quem sobreviveu foram aqueles que se expuseram, que se colocaram em risco e dominaram seus medos, deixando de vez suas cavernas. A necessidade e as mudanças externas obrigavam a pensar diferente. O pensamento antigo não tinha mais valor. Quem viu Os Croods, filme de animação de Chris Sanders e Kirk DeMicco lançado em 2013, entende bem o que estou falando. (Quem não viu, veja, pois vale a pena.)

O professor do século 21 não pode mais ficar reproduzindo o conhecimento dos livros, porque os alunos chegam à escola com uma enxurrada de informações e até mesmo com um sólido conhecimento sobre os assuntos que eles gostam. A função do professor, portanto, evoluiu.

E, ao contrário do que vozes pessimistas têm afirmado que as novas tecnologias tomarão o seu lugar, o professor é uma das figuras mais importantes do novo século. Ele passou a ser um guia, um orientador, aquele que vai abrir mentes, desafiar limites e atingir o nível da felicidade, sem medo de deixar a tal zona de conforto. E sua principal ferramenta é a linguagem. Se a escola pode ensinar a pensar diferente, é porque é possível a aprender a pensar diferente. Pensar diferente e ser feliz. Ser feliz por ter realizado sonhos, alcançado o sucesso.

Mas, o que é ser uma pessoa de sucesso? Como você representaria materialmente o sucesso? Para uns é ter dinheiro. Mas, quanto de dinheiro? Uns querem uma casa grande. Grande em comparação a quê? Para outros é fazer o que gosta. E o que você gosta vai trazer liberdade financeira, liberdade de expressão e liberdade geográfica para você?

Já deu para perceber que é preciso delimitar o que se quer para não cair no erro da generalização. Genérico só é bom para remédio. Ser genérico é ter pensamentos vagos, sem objetividade. Como vou construir algo sem uma base sólida? É preciso saber o que realmente se quer.

“O sucesso não tem a ver com o lugar de onde você veio e, sim, com a confiança que você tem e o esforço que você está disposto a investir.” (Michelle Obama)

Se o pensamento toma forma, o caminho começa a se delinear. O sucesso começa na mente e é o resultado de determinados padrões de pensamento e de uma ação efetiva.

Primeiro, é preciso saber o que se quer e, depois, ter força de vontade para adquirir conhecimento especializado, que pode ser adquirido através dos mestres da área que desejamos seguir. Quem deseja ser arquiteto, deve ter como referência os mestres da arquitetura. Quem quer ser um design de interiores, deve buscar os grandes mestres do design. E isso serve para qualquer área que quisermos investir nosso tempo e dinheiro.

Quem deseja uma casa, tem que desenhá-la em sua mente. Onde essa casa fica? É grande ou pequena (em relação a quê)? Quantos cômodos?… E por aí vai.

A força é necessária para enfrentar os desafios que o caminho apresenta e para se estar disposto a pagar o preço para fazer acontecer, pois quanto mais alto almeja-se chegar, mais alto é o preço.

“Se você acha que a educação é cara, experimenta a ignorância.” (Derek Bok)

Quanto aos mestres, podemos encontrá-los através de seminários, conferências, cursos, filmes e dos livros. Os mestres são modelos de excelência pessoal. E para desenvolver suas habilidades e talentos para uma melhor qualidade de vida, é preciso ter o domínio da comunicação.

O linguista John Grinder e o matemático, perito em comunicação, Richard Bandter dedicaram anos de pesquisa procurando pessoas exemplares em seus ramos. Estudaram a fundo profissionais de sucesso. Eles concluíram, em suas pesquisas, que é possível construir o próprio sucesso tendo em mãos as chaves para três portas:

  • Mindset
  • Fisiologia
  • Sintaxe mental

Os pesquisadores entregaram o mapa de um tesouro e ainda deixaram claro que a diferença entre quem tem sucesso e quem não tem não está numa inteligência superior, mas está nas escolhas que faz a partir de sua própria bagagem cultural.

A primeira chave tem a ver com crenças pessoais. Quem se sente incapaz, azarado, pequeno diante da vida, tende a ver cada obstáculo como um “não” para o seu crescimento. “Tá vendo? Eu não sou capaz de fazer isso!” ou “Eu sabia que isso não era para mim!” São frases que você certamente já deve ter ouvido muita gente falar.

Por outro lado, há pessoas que enfrentam os mesmos obstáculos e os veem como desafios a serem superados, exatamente como as fases de um jogo. Passar de uma fase difícil em um jogo provoca uma sensação de euforia e prazer. Uma sensação de ser capaz de vencer a máquina.

Essa linha de raciocínio que desenvolvemos ao longo da vida a partir de crenças e experiências vividas é chamada de mindset. O mindset está diretamente ligado ao senso de certeza que possuímos. É a forma como enxergamos a realidade que aumenta ou diminui a fé em nós mesmos.

Um obstáculo precisa ser sempre tão doloroso? Por que não transferir a sensação de superar fases do Candy Crush para a vida pessoal? Há quem se diminua diante de um erro; há quem toma a perda como aprendizado. Ou seja, aprendeu que do jeito que imaginava não dá certo, portanto é hora de criar uma nova estratégia.

Além disso, conhecer os limites do próprio corpo é fundamental para saber até onde é possível ir. Hoje, ouvimos a expressão “hackear o corpo”. E o que é isso? Todos nós deveríamos prestar mais atenção nas aulas de biologia. Os alimentos, por exemplo, afetam nosso estado bioquímico. A escola não poderia ensinar isso?

Uma corrente sanguínea saudável leva oxigênio e nutrientes para todas as células do corpo de maneira harmoniosa. Uma respiração bem realizada controla o fluido linfático que contém os glóbulos brancos, que drena as toxinas. Resultado: uma vida longa e saudável.

Saber que alimentos não nos fazem bem é fundamental. Alimentos que temos dificuldade em digeri-los faz do nosso corpo um campo fértil para bactérias. É preciso prestar atenção àquilo que colocamos em nosso organismo, observando a nossa reação para saber o que é e o que não é bom para nós.

É necessário, também, entender que quando o corpo está cansado, a energia positiva também se esgota. A ciência tem comprovado que emoções e estados negativos causam doenças e podem matar. Sentir-se fraco e sozinho são sentimentos muito ruins. Os piores talvez.

Emoções e sentimentos refletem na postura corporal e nas expressões faciais. É impossível esconder a tristeza e o desânimo, assim como a felicidade e o entusiasmo. Ninguém precisa dizer como se sente ao chegar em um lugar e cumprimentar as pessoas. O corpo, o tom de voz, o sorriso (ou a ausência dele) dirão tudo por você. Sorrir e rir aumentam o fluxo de sangue para o cérebro e o nível de oxigênio. Mas, da mesma forma que seu rosto revela o que sente, o que for colocado em seu rosto irá influenciar seu estado emocional.

Todos que passaram pela escola estudaram sintaxe. E passaram a detestá-la também. O problema é o fato de ser ensinada da forma errada. Ninguém vê aplicabilidade em decorar transitividade verbal ou os tipos de orações coordenadas e subordinadas. E posso afirmar que muitos professores ensinam sem saber o porquê. Afinal, faz parte do currículo escolar e muitos acreditam que saber as regras gramaticais basta para falar e escrever melhor.

Se o aluno não percebe, nem lhe é dito que ele mesmo é o sujeito da própria existência, como vai ver significado em classificar sujeitos em uma oração?

Qual é a saída? Tirar a gramática da nossa vida como estão fazendo? Não. Mas, é preciso mudar o foco. É preciso mudar a maneira de ensinar. É preciso compreender qual é a intenção e que tipo de força damos às palavras para dominarmos a comunicação efetivamente. E é essa é uma das propostas do Conexão Ensinar: dominar a comunicação através da sintaxe mental para alcançar a realização pessoal.

O caminho não será fácil, mas gostaria de seguir nesta jornada? Se chegou aqui, é porque vamos seguir juntos. Então, vamos lá!

As palavras têm poder. E essa afirmação não é uma metáfora. As palavras têm o poder de abrir portas, criar pontes, estabelecer elos, transformar sonhos em realidade, curar, nos encher de felicidade e conquistar pessoas para o resto da vida. E podem o contrário, também. Podem abrir feridas, podem destruir tudo em segundos.

“Palavras podem ser paredes, mas também podem ser pontes”. (Tony Robbins)

Podemos lembrar de palavras, frases inteiras que, de tão forte e de tão precisas, ressoam em nós. É possível lembrar das vezes que fomos inteiramente mal compreendidos por nossos interlocutores. Amizades podem ser desfeitas, relacionamentos podem ser rompidos e empregos podem ser perdidos pelo erro na comunicação.

Houve um tempo em que a palavra dada bastava. Houve um tempo em que as palavras eram consideradas tão mágicas que muitas mulheres foram consideradas bruxas. E morreram por isso.

Na verdade, todos nós gostaríamos de ter o talento dos poetas que dominam as palavras e constroem um mundo paralelo de acordo com seus próprios desejos. Mas, a pressa e o despojamento afetaram nosso trato com a língua. Nem o plural, nem a correta conjugação dos verbos têm merecido o devido cuidado. E, como tudo, isso tem um preço.

O lado bom é que podemos retomar essa força mágica das palavras para alcançar o sucesso e, assim, a felicidade. E o melhor, é que não estamos sozinhos. Temos a ciência ao nosso lado. E o primeiro passo é saber como aprendemos. Confira o nosso artigo “As 4 formas de aprender”, publicado em 15/03/2018.

 

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COMENTÁRIOS
  • Gilcineia Rigon da Silva
    9 de junho de 2019

    Excelente texto, leio Tony robbins e tirei grandes proveitos dessa matéria!

    responder
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